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ESPERA,
VINDA E AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
Preâmbulos: O Cenáculo, na Última Ceia e no dia de Pentecostes. Petição: Alegria pascal e liberdade no Espírito.
2. A vinda do Espírito Santo (At 2,1-13). 50 dias após a Páscoa, na festa de Pentecostes (Festa da colheita. Em hebraico, Shâvûot = Sete semanas) estavam todos reunidos no mesmo lutar. De repente veio um ruído semelhante ao soprar de um vendaval (símbolo da força divina, Sl 28), enchendo toda a casa onde estavam. Apareceram como “línguas de fogo” (símbolo do entusiasmo religioso) e os apóstolos começaram a falar em outras línguas (simbolizando a capacidade de formar uma comunidade fraterna). Cada um ouvia falar em sua própria língua (símbolo da restauração da unidade perdida). O prodígio é sempre interpretado de maneira diversa: uns admiram, outros zombam: “Estão bêbados”. Pedro fará, então, um discurso (At 2,14-33). Escutá-lo falar com entusiasmo e convicção, sem temor. Diz a verdade, sem agresividade. Suscita conversões: “Que devemos fazer?”. “Convertei-vos!” A promessa é para todos, mesmo os que estão longe.
Reflexão e Oração: O Espírito Santo está subjacente a todos os Exercícios Espirituais, embora não seja contemplado explicitamente. Na vida de Jesus e na nossa própria vida descobrimos sua presença escondida. “Vinde, Espírito Santo”, enche o nosso coração e torna-nos mais sensíveis a tua ação. Pe.
Luis González-Quevedo, SJ |