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APARIÇÃO
A MARIA MADALENA (Jo 20,1-2. 11-18)
Acalmar o espírito, na presença do Senhor. Preâmbulos: 1. História: Maria Madalena, na manhã do primeiro Domingo da Páscoa, vai ao túmulo de Jesus e se encontra com o Senhor ressuscitado 2. O cenário: A cena acontece no jardim ao lado do túmulo de Jesus. Hoje, no local ergue-se a Igreja do Santo Sepulcro. 3. Petição: Peço a graça de me alegrar com Cristo, nosso Senhor ressuscitado. Alegria verdadeira, discreta, duradoura, sinal inequívoco de uma vocação humana e cristã bem realizada. Esta graça deve confirmar minha eleição ou reforma de vida. Contemplação 1) Ver as pessoas: Maria Madalena, de quem Jesus havia expulsado sete demônios (Mc 16,9; Lc 8,2). No evangelho não consta que tenha sido grande pecadora, mas seria desequilibrada. Jesus a curou e lhe deu a consciência de sua dignidade de mulher. Ela corresponderá com um amor apaixonado e absolutamente novo. Ver, também, Jesus ressuscitado, vencedor da morte. 2) Ouvir o que dizem: “Mulher, por que choras?” – “Levaram o meu Senhor...” - “A quem procuras?” – “Maria!“ – “Rabûni” (Mestre)!“ – ‘Não me segures, porque ainda não voltei para o Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos...” – “Eu vi o Senhor! “ 3) Olhar e considerar o que fazem: Maria vai ao sepulcro “quando ainda estava escuro”. Fica desolada ao não encontrar o corpo de Jesus. Ele se manifesta a ela e lhe dá uma missão levar a notícia aos discípulos. Refletir para tirar algum proveito espiritual. Jesus fez de Maria uma “apóstola dos Apóstolos”. 4) Considerar como a Divindade se manifesta agora esplendorosa. Para a teologia atual, os Anjos representam a presença do divino na cena contemplada. 5) Reparar como o Ressuscitado consola, tira o medo, traz a Paz; reúne, cria novas relações e envia em missão (não retêm para si). A amizade de Jesus não é possessiva, mas libertadora. Colóquio: Senhor, concede-me a alegria verdadeira, dá-me olhos novos para encontrar-te nos meus irmãos e irmãs. Que eu veja, à luz da Páscoa, o que queres de mim. Que os outros possam encontrar-te no meu ser e no meu agir. Pe.
Luis González-Quevedo, SJ |