|
Com carinhosa e fiel tradução de nossa amiga, Leda Pedreira, do Centro inaciano de Espiritualidade, de Salvador, Bahia, colocamos à sua disposição, visitante de nosso sítio eletrônico, leitor de nossa Revista Eletrônica de Espiritualidade Inaciana, esta franca e iluminadora carta de um Provincial Jesuíta a seus companheiros e amigos no Senhor sobre a virtude da castidade. Temos certeza de que poderá lhe ser muito útil. Temas de confronto e conflito não são evitados, mas tratados com rara combinação de firmeza e delicadeza. Afinal Padre Krammer é Provincial de New Orleans, província jesuíta americana, provada pelo furacão Katrina e sofrida, como todo catolicismo americano pelo escândalo dos abusos sexuais contra menores por parte de sacerdotes e religiosos também. As ilustrações são de minha responsabilidade. R. Paiva, SJ AMIGOS NO SENHOR Reflexões
sobre a Castidade Religiosa
Queridos Irmãos em Cristo, Pax Christi! Convido-os, através desta carta, a fazer juntos um ano de oração de reflexão sobre nossas vidas como homens castos e celibatários. Ao fazer isto quero enfatizar diversas palavras neste convite: castidade, segundo a qual nós vivemos vidas sexuais moralmente retas; celibato pelo qual abrimos mão do casamento e das relações exclusivas por amor ao reino de Deus; e nossas vidas juntos nas quais, através da presença mútua e do investimento recíproco nas vidas uns dos outros, os Jesuítas são mediadores uns para os outros da presença do Senhor ao qual se ofereceram através de seus votos de castidade [CG34, Castidade, No. 21]. Esta castidade é central para o que significa ser amigos no Senhor. Contexto e Castidade O foco de meu primeiro ano como provincial foi oração e vida interior. No segundo ano foi vida em comunidade e, neste último ano, a pobreza. Cada tópico foi parte de uma resposta que alguns de vocês sugeriram a partir da onda em que a Igreja Católica dos EE. UU. foi submergida, depois do escândalo de abuso sexual de 2002. Refiro-me ao chamado para viver nossa vida de religiosos com integridade ainda maior. Meu ponto de partida, pois, ao pedir-lhes que focalizem a castidade, este ano, é a qualidade de nossas vidas com o voto de castidade, um dom, pelo qual agradecemos ao Senhor, e do qual precisamos cuidar sempre. Como os delegados da Congregação Geral 34 observaram no seu documento sobre a castidade:
Vocês todos conhecem as forças culturais citadas pela Congregação: “a revolução sexual” das últimas décadas; as distorções, as explorações e os abusos que acompanharam mudanças de papéis de gênero e expressões de sexualidade; a centralidade sem precedente dada à sexualidade na propaganda e no entretenimento, conforme observação de John Kavanaugh SJ, no nosso dia da província de 2004; a identificação do amor com o erotismo e o hedonismo; a exploração de tal identificação para aumentar o ganho financeiro e a degradação humana; e, finalmente, as dúvidas amplamente difundidas sobre o celibato na igreja e o debate secular, desde o Vaticano II e, de novo, após o escândalo do abuso. A conseqüência do escândalo será também uma parte de nossos esforços conjuntos este ano, não por causa do escândalo em si, ou por causa de quaisquer dúvidas a respeito do celibato, mas antes porque tal abuso de poder e posição, perpetrado por um único padre ou religioso, fere profundamente uma criança vulnerável, sua família, e muitos relacionamentos posteriores. É uma ofensa que nós não podemos tolerar à luz do amor de Deus e do cuidado especial de Deus pelos pequeninos em nosso meio. Por essa mesma razão, neste ano, também iremos refletir juntos sobre as responsabilidades profissionais que cada um de nós tem em relação a esses adultos, jovens, idosos que chegam até nós como estudantes, paroquianos, dirigidos espirituais, ou em qualquer outro relacionamento que, por sua natureza, implique desigualdade e sua susceptibilidade à exploração sexual e profundas feridas humanas. Além disso, todos nós sabemos que, não obstante o relacionamento, Qualquer falha em viver fielmente o voto de castidade ou qualquer relacionamento ambíguo pode afligir cruelmente a outros, tanto espiritual como psicologicamente. Além do tema de pecado grave, tal comportamento pode comprometer a credibilidade da Companhia, numa cultura que é cética a respeito de qualquer fidelidade à castidade, e pode seriamente atingir sua efetividade apostólica [CG34, No. 30]. Tal comportamento, também, fere nossos companheiros Jesuítas e afeta gravemente sua capacidade e suas relações no ministério. Assim, estou pedindo, este ano, que cada um de nós reflita, individualmente e nas comunidades, a respeito do nosso dom da castidade, os desafios que enfrentamos como homens castos e celibatários, e como podemos apoiar uns aos outros, a fim de viver este voto com integridade ainda maior. Castidade como Dom e Responsabilidade As recentes Congregações Gerais têm repetidamente urgido que consideremos nossa castidade como um dom, não por si própria, mas como parte integral da determinação de servir totalmente a Deus. Essa determinação é ela mesma a flor de um amor profundamente pessoal a Jesus Cristo, um amor que escolhe a ele em lugar de tudo que é renunciado [CG34,No. 5]. É um amor apaixonado, nascido da dupla paixão de Jesus de Nazaré – pelo desejo de Deus, seu Pai, e pelo reino de Deus que Jesus pregou a cada ocasião. Para Inácio, o uso do termo pureza angélica se referia àquela visão única e a aquela prontidão para a missão que é a compreensão inaciana dos anjos [CG34, No. 6]. Nossa castidade, portanto, é cristocêntrica e movida pela missão. Nós abraçamos a castidade, disse a Congregação 31, como uma fonte especial de frutificação no mundo. Através dela, nossas energias espirituais e físicas podem ser focalizadas, como um raio leiser, num amor mais pronto e numa disponibilidade mais completa em relação a todas as pessoas. Ela não só dirige nossas energias deste modo, mas a profissão de castidade, em si mesma, proclama ao mundo que o reino de Deus ultrapassa todos os outros valores e que o poder de Deus pode tornar tal compromisso, tanto possível, como vibrante em nós [CG31, Castidade, No. 4]. Muitos de nós já tivemos a experiência, freqüentemente, muitas vezes, de perguntas por parte de amigos, família, estudantes e colegas que refletem sua fascinação com, e suas dúvidas sobre, a possibilidade do celibato casto num mundo enamorado pelo amor romântico e pelo sexo. Entretanto, nós sabemos que a graça de Deus, somente a graça, pode possibilitar tal vocação. O fato de que nossa castidade se torna possível pela graça do amor pessoal de Cristo não nega suas dificuldades. Homens e mulheres, em sua maioria, são destinados ao casamento e à família, como união natural do amor e da vida que Deus abençoa. A CG 31, entretanto, fala da castidade prometida a Deus através do celibato, como um sacrifício, que envolve (uma frase que me marcou como jovem escolástico e permanece comigo hoje) uma certa renúncia afetiva e a solidão do coração [CG 31, No. 5]. Também enfatiza uma quantidade de práticas ascéticas, que a experiência nos mostrou que são criticamente importantes, por causa de nossa fragilidade que, da juventude à velhice, necessariamente acompanha o desenvolvimento do amor casto [CG 31, No. 8]. Nossa mais recente Congregação Geral fala da castidade em termos de “custo” e “perda” e diz que nós, Jesuítas, nunca devemos nos enganar sobre isto. “Se ele não sentisse às vezes a dolorida perda de algumas das mais belas e ternas alegrias da humanidade, ele seria menos humano”. A CG34 continuou a reflexão da CG31 a respeito da solidão nestes termos:
Entretanto, enquanto renunciamos a casamento e família, ao ingressarmos nesta Irmandade, nós também conhecemos as esplendidas riquezas de milhares de lares, irmãos, irmãs, mães e pais, como Jesus prometeu àqueles que deixassem suas famílias para segui-lo. Temos sido abençoados com muitas famílias leigas que nos acolheram em seus lares e vidas nos diversos lugares em que servimos. Temos participado de suas grandes alegrias, abençoado seus casamentos, batizado seus filhos e netos e chorado com eles suas perdas. Com freqüência, experimentamos relacionamentos especiais com nossas famílias de origem e seus filhos e netos, por causa de nossas vocações religiosas. Também temos sido profundamente enriquecidos pelo ministério dirigido a e junto com outros religiosos homens e mulheres, que nos ofereceram profunda amizade e um laço comum de vida e serviço devotados a Deus. E, finalmente, temos sido acolhidos em comunidades de Jesuítas, por todo o país e mundo afora, onde hospitalidade e companheirismo seguiam a partir de raízes comuns, valores e missão. Então, como é que não somente sustentamos uma vida de casto celibato, mas nela encontramos energia apostólica, alegria e o amor de Deus encarnado em Cristo Jesus? Nós o fazemos através da atenção para com nossas vidas pessoais e comunitárias como Jesuítas e também pelas amizades e relacionamentos sadios que são oferecidos, a cada um de nós, enquanto fazemos esta jornada na fé. Reconhecemos que a renúncia essencial, em decorrência do nosso celibato, precisa ser acompanhada pela profunda afeição e intimidade que nos são oferecidas pelo povo de Deus e por nossos próprios irmãos Jesuítas.
Olhando para nosso contexto cultural, creio que é importante tentar dizer umas poucas palavras sobre orientação sexual. Este é, para muitos, um tópico carregado de emoção e duvido que o que vou dizer aqui agrade a todos. Primeiro, é importante entender que a orientação sexual é uma parte natural da pessoa humana, com freqüência inexplicável e, em si mesma, nem moralmente certa nem errada. Na sua carta pastoral escrita aos pais de crianças homossexuais em 1997, os bispos dos Estados Unidos assim o colocaram:
Se podemos falar de um “continuum”, de uma série contínua do heterossexual para o homossexual, cada Jesuíta, como todos os demais, se encaixa em algum lugar nesse “continuum”. Foi sempre esse o caso embora, em gerações anteriores, pouco se falasse sobre este fato. Na sociedade civil, os homossexuais são freqüentemente submetidos a desprezo, ironia, degradação e perseguição, mesmo por suas próprias famílias; portanto, Jesuítas de orientação homossexual freqüentemente silenciavam sobre aquele seu aspecto. Ensinaram-nos a evitar “amigos particulares”. Infelizmente, alguns Jesuítas, no passado, até exprimiram atitudes homofóbicas ou ironias, ao sentarem na comunidade, ao lado de algum próximo e velho amigo, cuja orientação homossexual nunca haviam percebido e que magoaram bastante com sua atitude e suas observações. Nas últimas décadas, uns poucos Jesuítas de orientações variadas advogaram a permissibilidade de atividade sexual no contexto da castidade assumida como voto. O que me parece claro, a partir da Companhia e da Igreja, é que a atividade sexual por parte de um jesuíta, qualquer que seja sua orientação, é moralmente errada e espiritualmente destrutiva para as partes, especialmente quando ambos são religiosos com votos. Nosso chamado comum, independente da orientação sexual, é para um amor casto e celibatário ao Senhor Jesus e uns aos outros. O mais difícil, situando-se entre a neutralidade moral sobre a orientação e a não permissibilidade moral da atividade sexual genital, é uma espécie de terreno intermediário que inclui namoro, declaração da orientação sexual, advocacia de um estilo de vida gay ou a formação de subgrupos de orientação sexual. Neste caso, podemos nos condoer, porque um Jesuíta pode estar processando sentimentos fortes e confusos que brotam de suas próprias perguntas sobre sua orientação ou do viver seu voto de castidade. Ele pode sentir que gostaria de ser transparente com os outros sobre sua orientação sexual, como um tema de integridade pessoal e auto-aceitação ou justiça social. Pode explicar que se sente mais confortável em ambientes de lazer que são obviamente dirigidos para aqueles de uma orientação sexual particular. Minhas preocupações com este terreno intermediário de atos ou advocacia são muitas. Primeiro, há o óbvio perigo de que algumas atividades, tais como namoro, são ameaças diretas à manutenção dos votos e a permanecer Jesuíta. Uma segunda preocupação é que o foco de se identificar sexualmente pega uma parte da pessoa, a orientação sexual, e a eleva a um nível de definição de importância aparentemente maior do que a própria fé, família, educação, raça, talentos, desejo do ministério e identidade espiritual como padre Jesuíta, irmão ou escolástico. Como Frank Reale, SJ, na época Provincial de Missouri, escreveu à sua província em 31 de outubro de 2002.
Minha terceira preocupação é que alguns tipos de recreação ou relaxamento e a formação de subgrupos podem enfraquecer nossa recíproca fraternidade e, com isso, nossa efetividade apostólica. Introduzem mais divisão num mundo já fragmentado e minam nossa habilidade e responsabilidade de ser um só coração e uma só mente, amando-nos mutuamente, apesar das diferenças de raça, língua, nação ou, sim, orientação sexual. A castidade na vida individual do Jesuíta Manter a vida do dom do celibato casto requer que, primeiro, sejamos homens de oração, homens cujas vidas estejam casadas com o Senhor e sua visão para a humanidade, a visão que nós partilhamos na meditação do Reino dos Exercícios Espirituais e que juramos e depositamos no altar de nossos votos, diante da Virgem Maria e de toda a corte celeste do cavaleiro Inácio. Nós trabalhamos duro, freqüentemente trabalhamos duro demais; mas o trabalho que realizamos não pode sustentar nossa castidade, se nos afastamos do amor pessoal de Cristo, nutrido na oração diária. De fato, trabalho duro, sem enraizamento no Cristo, pode lançar-nos, como trabalhadores vazios, nos braços de outro que não Cristo. Ao lado da oração, diária e regular, do exame, do retiro anual, oração comunitária e Eucaristia, deve andar a transparência de conversas com um diretor espiritual e com os superiores na conta de consciência. Precisamos nos desafiar a esta transparência, porque é tão fácil incorrer em comportamentos ambíguos e padrões, que minam a integridade de nossas vidas consagradas, embora possam ser endossados pela cultura à nossa volta. Vamos também pensar no nível de modéstia comunitária ou prudência que deveria refletir e sustentar nossa castidade. Em quantas de nossas casas nos permitimos acostumar-nos com filmes ou vídeos para adultos na sala de TV? E como poderíamos repensar a conveniência de portas abertas nos banheiros comuns, homens em roupa de baixo ou uma toalha ao invés do roupão, ou conversas sobre temas vulgares? À medida que a sociedade à nossa volta vem se tornando mais gráfica e crua, nos acostumamos a um comportamento mais rude entre nós também? Deveríamos querer viver celibatário e castamente numa sociedade onde costumes públicos, cinemas, revistas, roupa pessoal e a Internet, tudo nos apresenta o sexo como uma produto lustroso e não como o relacionamento íntimo de amor agraciado entre um homem e uma mulher. Deveríamos ser homens cujo amor mútuo e o amor de Cristo mantêm fora dos espetáculos para solteiros, bares de strip-tease, bares gay, casas de banho, ou qualquer outro lugar onde um objetivo primário é a gratificação sexual. Deveríamos ser, ao contrário, homens cuja castidade nos torna aptos a amar todas as pessoas e uns aos outros com um amplo, profundo e alegre amor. Como em todos os aspectos de nossa vida consagrada comunitária, a responsabilidade começa com cada indivíduo. Pediria a cada Jesuíta para fazer o seguinte no próximo ano:
A observação de Inácio, nas Constituições [Parte VI, Capítulo 1], de que pouco precisa ser dito sobre a castidade não se aplica mais às nossas vidas de Jesuítas. A castidade é um assunto de preocupação da comunidade, e a preocupação sobre a vida comunitária é importante para dar suporte a nossas vidas como homens celibatários. A CG 34 observou que nossa vida em comunidade não pode compensar uma esposa e filhos; mas, por outro lado, pode e de fato sustenta uma vida que é vivida sem eles [No. 21]. A maneira como vivemos juntos pode, de fato, mediar Cristo um para o outro, se estivermos mutuamente presentes, de muitas maneiras diferentes, e se nos investirmos uns nos outros. Se Cristo vai estar ativo neste mundo, terá que ser através de palavras e ações daqueles que vivem de acordo com seu Espírito. A comunidade deveria ser vista como o ambiente privilegiado para o desenvolvimento da afetividade e para uma expressão masculina de profundas relações afetivas. Embora isto possa parecer difícil ou estranho para alguns, dependendo da sua formação, a comunidade deveria ser um lugar onde podemos desenvolver profundas e maduras amizades, que não são nem possessivas nem totalmente envolventes, tornando-nos profundamente receptivos aos outros e a Deus. Foi este calor e profundidade de relações que conduziu os primeiros companheiros a se definirem como amigos no Senhor. Isso enfatiza a importância das sete “melhores práticas” da vida comunitária em que venho insistindo há dois anos e que vocês fielmente continuaram ou retomaram uma vez mais. Quando um homem deixa a Companhia por amor a outro, nunca deveria ser porque nossas comunidades pouco ofereceram para sustentá-lo na sua castidade e para encorajá-lo a crescer nela: O compromisso contínuo e vital mútuo entre Jesuítas é uma condição para seu crescimento concomitante na castidade [Ibid.]. E a ausência de um ou dois amigos próximos, com os quais possamos ser tão relaxados e transparentes quanto possível, pode levar a alvos impróprios de intimidade. Portanto, o que peço aos superiores locais e às comunidades fazerem no próximo ano?
Uma vida comunitária saudável pode ser um apoio decisivo para nossas vidas como celibatários. Seu fracasso pode também ameaçar esta vida. Vamos, no ano que vem, considerar como uma vida melhorada, como homens em comunidade, é essencial para a manutenção dos votos que nós fizemos com tanto entusiasmo há uns poucos ou muitos anos atrás.
A castidade na Vida de Nossa Província No próximo ano, como um apoio à reflexão de indivíduos e comunidades, a província irá tratar do tema da castidade das seguinte maneira: O celibato casto será um tópico importante nas visitas de 2005 e 2006; em minhas conversas com cada um de vocês e nos meus encontros com suas comunidades. Antes da visita, será pedido a cada um que reflita a respeito de questões específicas sobre o celibato, assim como lhes pedi que o fizessem sobre a oração, comunidade e pobreza nos últimos três anos. Também, vou perguntar aos superiores como a comunidade vive seu celibato e o que transpirou nas reuniões comunitárias a respeito deste tópico. O dia de nossa província, em junho último, focalizou o tópico da castidade e do desenvolvimento afetivo, facilitado por BR. Loughlin Sofield, ST. Esta maravilhosa sessão estabeleceu um tom positivo para o ano 2005 – 06. No período decorrido do final de dezembro deste ano até maio do próximo, teremos cinco dias de educação e reflexão sobre abuso sexual de crianças e fronteiras sexuais do adulto. Estes dias acontecerão em toda a província nas seguintes datas:
Cada Jesuíta em ministério ativo ou se preparando para o ministério ativo deve participar de um destes dias, e a freqüência é um pré-requisito para o recebimento do status de missão apostólica em 2006-07. Por favor, marquem nos seus calendários agora, e os superiores devem trabalhar com os membros da comunidade para garantir a adequada cobertura do apostolado e a freqüência de cada membro ao programa. A participação de todos os que estão no ministério ativo será uma parte de nosso esforço para alcançar os parâmetros exigidos de todos os religiosos homens na Conferência de Superiores Maiores, masculinos. A participação num programa diocesano sobre abuso sexual de crianças ou no programa de outra província não substituirá a participação em algum destes programas da província, que serão adequados às políticas e aos procedimentos da nossa província e, além disso, incluirão também o tópico sobre fronteiras dos adultos. Os aposentados do ativo ministério, aqueles que nunca se envolvem no ministério público, são bem recebidos se freqüentarem, mas não precisam fazê-lo. Concluindo, nossa atenção ao voto de castidade no próximo ano é mais um esforço para nos direcionar mais claramente para o Cristo a quem servimos e para a missão que recebemos da Companhia e da Igreja. Finalmente, é como purificar nosso amor pelo Senhor. Nada é mais importante:
Estou antecipando trabalhar com todos vocês no ano que vem, enquanto refletimos juntos a respeito de nosso voto de castidade no serviço do Reino de Deus. Em Cristo, sinceramente, Fred Krammer, SJ
|